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Ah, como é bom subir em um palco e ser instrumento nas mãos de Deus. Um bom som, uma boa banda e um bom holofote. Ser iluminado por um jogo de luz é muito bom, pois oferece ainda mais beleza à apresentação, mas a luz forte nos queima e o pior de tudo nos cega. A luz do holofote nos cega a ponto de esquecermos o foco da nossa missão, e tudo aquilo que é importante e essencial para nossa evangelização. Estar em um evento onde tudo é de primeira nos faz felizes porque sabemos que a evangelização acontecerá. Mas será que acontecerá mesmo por conta do holofote que nos evidencia ou por conta da luz da graça que nos potencializa? Precisamos estar atentos para diferenciarmos a luz do holofote e a luz da graça do Espírito Santo que, essencialmente, deve evidenciar o iluminador que é Deus, e não os iluminados que somos nós.
Deus abençoe,
Davidson Silva
